domingo, 7 de fevereiro de 2016

1 dia de RENOVAR


1 dia de RENOVAR marcado por muito louvor e oração e muito amor de Deus entre nós
jovens sendo tocado com o amor do Senhor e sendo restaurados.
Muita gratidão a Deus por o inicio desse retiro

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

MISSA DA NOITE DE NATAL



Missa do Natal do Senhor 
Em Guaraciaba do Norte


Como colher os frutos do Ano da Misericórdia?

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Este é o momento favorável para mudar de vida! Este é o tempo de se deixar tocar o coração!As palavras de Francisco, quando convoca o Ano Jubilar da Misericórdia, esclarecem o objetivo desse Ano Santo, que há poucas horas será inaugurado na Igreja de Cristo: arrepender-se dos pecados e acolher a Misericórdia de Deus.
A abertura da porta simboliza que o jubileu é um tempo privilegiado, em que os católicos possuem um trajeto extraordinário para a salvação, onde deixam a vida velha e adentram a uma nova, a uma mudança de vida. Nesse caminho de conversão,o Senhor usa de seu amor para curar os corações, abatidos e feridos pelo pecado e suas consequências.
A partir de amanhã, peregrinos em Roma, e no outro final de semana em todo o mundo, irão viver uma oportunidade extraordinária. Um tempo novo, onde as portas da Misericórdia estarão abertas, de forma muito especial, para todo pecador. Papa Francisco explica que esseé um jubileu para perceber o calor do amor de Deus, quando carrega seus filhos nos Seus ombros e os traz de volta à casa do Pai.
Com o Ano Santo, o Papa possibilitou muitas ocasiões para que fiéis do mundo todo façam a experiência do perdão de Deus.Porém, o fruto mais importante para esse tempo é a mudança de vida, uma conversão sincera do coração, e para isso, a Igreja oferece de forma especial muitas oportunidades.

Indulgências
A indulgência é a remissão, perante Deus, da pena temporal devida aos pecados cuja culpa já foi apagada; remissão que o fiel devidamente disposto obtém em certas e determinadas condições pela ação da Igreja que, enquanto dispensadora da redenção, distribui e aplica, por sua autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos". Em geral, a obtenção das Indulgências exige determinadas condições e o cumprimento de certas obras. Para obter as Indulgências, tanto plenárias como parciais, é preciso que, pelo menos antes de cumprir as últimas disposições da obra indulgenciada, o fiel esteja em estado de graça. A Indulgência plenária só pode ser obtida uma vez por dia*.
Indulgências plenárias podem ser especialmente adquiridas nesse Ano Jubilar, mas é importante considerar que a confissão individual, a oração de um Pai-nosso e uma Ave-Maria pelo Papa e pelas intenções da Igreja, a participação na Sagrada Eucaristia são essenciais para lucrar as indulgências.
Outras práticas como adoração ao Santíssimo, pelo menos por meia hora; leitura da Sagrada Escritura; oração da Via Sacra e recitação do Rosário de Nossa Senhora fazem parte das práticas para se alcançar o perdão.
As obras, definidas pelo Sumo Pontífice , para esse Ano da Misericórdia, contemplam:
  • Peregrinações à Porta Santa – “uma breve peregrinação rumo à Porta Santa, em Roma, nas catedrais, santuários ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão”. No caso de enfermos, idosos ou deficientes físicos, basta viver com fé, devoção e esperança esse ano, recebendo a sagrada comunhão ou participando na Santa Missa e na oração comunitária também pelos meios de comunicação. No caso das pessoas encarceradas, todas as vezes que passarem pela porta da sua cela, dirigindo o pensamento e a oração ao Pai, que este gesto signifique para eles a passagem pela Porta Santa, porque a misericórdia de Deus, capaz de mudar os corações, consegue também transformar as grades em experiência de liberdade”, escreveu o Papa na Bula de proclamação.

  • Obras de misericórdia espirituais ou corporais- “Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente obterá sem dúvida a indulgência jubilar... Ser instrumentos do perdão, porque primeiro o obtivemos nós de Deus. Ser generosos para com todos, sabendo que também Deus derrama a sua benevolência sobre nós com grande magnanimidade”. Para alcançar a indulgência, as práticas de misericórdia, gestos de amor e respeito com os mais necessitados, além de atitudes espirituais concretas, como perdoar os irmãos e alimentar quem tem fome.
*Extraído de www.vatican.va.

O SIM que mudou a história da humanidade

Maria-e-o-AnjoO SIM de Maria dito ao Arcanjo Gabriel foi determinante para dar início à História da nossa Salvação…
Santo Agostinho disse que: “Adão, sendo homem, quis tornar-se Deus e perdeu-se. Cristo, sendo Deus, quis fazer-se homem para a salvação do homem. Por seu orgulho o homem caiu tão baixo que só podia ser levantado pelo abaixar-se de Deus”.
O pecado original nos fez perder a filiação divina; a humanidade foi expulsa do paraíso; e só poderia se reconciliar com Deus se houvesse a salvação por meio de Deus mesmo.
Mas, para que o Filho de Deus pudesse se tornar também homem, e nosso Salvador, sem deixar de ser Deus, era preciso que fosse concebido por uma mulher. Desde a queda de Adão e Eva Deus já tinha prometido que a salvação da humanidade viria por meio de uma Mulher, já que o demônio seduziu a primeira mulher para injetar seu veneno na sua descendência. Deus disse à Serpente maligna: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gen 3,15). Esta Mulher prometida no Protoevangelho era Maria.amulherdoapocalipse
Este projeto de Deus para a nossa salvação se realizou como São Paulo explicou: “Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei, a fim de remir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção. A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!” (Gal 4,4). Por meio da Virgem Maria veio o Salvador, que nos reconciliou com Deus por Sua morte e ressurreição. Nele nos tornamos novamente filhos de Deus por adoção, pelo Batismo, e Deus enviou o Espirito Santo aos nossos corações.
Diz o nosso Catecismo que: “A Anunciação a Maria inaugura a “plenitude dos tempos” (Gl 4,4), isto é, o cumprimento das promessas e das preparações. Maria é convidada a conceber aquele em quem habitará “corporalmente a plenitude da divindade” (Cl 2,9).
Deus anunciou muitas vezes pela boca dos seus profetas como isso aconteceria. O Salvador viria da tribo de Davi, filho de Jessé: “Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes ”(Is 11,1). “O próprio Senhor vos dará um sinal: uma Virgem conceberá e dará à luz um Filho, e o chamará Deus Conosco” (Is 7, 14). “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma Luz… um Menino nos nasceu, um filho nos foi dado, a soberania repousa sobre os seus ombros, e ele se chama: Conselheiro Admirável, Deus Forte, Príncipe da Paz” (Is 9,1-7). Quando Ele vier e estabelecer Seu Reino entre nós, haverá paz e bem estar:
“Então o lobo será hospede do cordeiro, a pantera se deitará ao pé do cabrito, o touro e o leão comerão juntos, e um menino pequeno os conduzirá; a vaca e o urso se fraternizarão, suas crias repousarão juntas, e o leão comerá palha com o boi. A criança de peito brincará junto à toca da víbora, e o menino desmamado meterá a mão na caverna da serpente. Não se fará mal nem dano em todo o meu Santo Monte.” (Is 11, 1-9). Virá Aquele que “ilumina todo homem que vem a este mundo” (João 1, 9).
Ele será o Messias, o esperado pelas nações, “o mais belo dos filhos dos homens”. Sem a sua luz o homem vive nas trevas; “permanece para si mesmo um desconhecido, um enigma indecifrável, um mistério insondável”, como disse São João Paulo II; sem Ele ninguém sabe quem é, e não sabe para onde vai.
Mas para que tudo isso acontecesse, Deus tinha de escolher uma Mulher, a melhor Mulher, e escolheu. A tradição judaica diz que todas as mulheres judias acalentavam o sonho de ser a Mãe do Messias, menos a pequena Maria, escondida na pequenina e desprezada Nazaré. Mas Deus precisava da mulher mais humilde para esta missão, porque a primeira mulher foi soberba, pecou porque “quis ser como Deus”. Santo Irineu de Lião (†200) disse que pela obediência de Maria foi desatado o nó da desobediência de Eva. E Jesus pela radical humilhação anulou a soberba de Adão.
Leia também: O Sim de Maria
A Igreja nos ensina que: “Deus enviou Seu Filho” (Gl 4,4), mas, para “formar-lhe um corpo” quis a livre cooperação de uma criatura. Por isso, desde toda a eternidade, Deus escolheu, para ser a Mãe de Seu Filho, uma filha de Israel, uma jovem judia de Nazaré na Galileia, “uma virgem desposada com um varão chamado José, da casa de Davi, e o nome da virgem era Maria” (Lc 1,26-27): “Quis o Pai das misericórdias que a Encarnação fosse precedida pela aceitação daquela que era predestinada a ser Mãe de seu Filho, para que, assim como uma mulher contribuiu para a morte, uma mulher também contribuísse para a vida”. (Cat. n. 488; LG, 56).
O SIM de Maria dito ao Arcanjo Gabriel foi determinante para dar início à História da Salvação. “Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a Tua palavra” (Lc 1,38). Não colocou qualquer obstáculo e nem a menor exigência ao plano e à vontade de Deus. Então Nela o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Foi inaugurada a História da nossa salvação. Deus se fez homem no sei da Virgem preparada por Deus, concebida sem pecado original, virgem como Eva, mas Imaculada. Deus a escolheu por ser a mais humilde de todas as mulheres. Ela canta em seu Magnificat: “Ele olhou para a humildade de Sua serva”.
O Espírito Santo foi enviado para santificar o seio da Virgem Maria e fecundá-la divinamente, ele que é “o Senhor que da a Vida”, fazendo com que ela concebesse o Filho Eterno do Pai em uma humanidade proveniente da sua. Quando ela foi servir a Sua prima Santa Isabel, logo foi saudada por Isabel, cheia do Espírito Santo, como “a Mãe do meu Senhor”.
Santo Agostinho exclama: “És Maria, a beleza e o esplendor da terra, és para sempre o protótipo da santa Igreja. Por uma mulher, a morte, por outra mulher a vida: por ti, Mãe de Deus. Eva foi a causadora do pecado; Maria, causadora do merecimento. Aquela feriu, esta curou.
Maria é mais bem-aventurada recebendo a fé de Cristo do que concebendo a carne de Cristo. Maria permaneceu Virgem concebendo seu Filho, Virgem ao dá-lo a luz, Virgem ao carregá-lo, Virgem ao alimentá-lo do seu seio, Virgem sempre. Jesus tomou carne da carne de Maria. Na Eucaristia Maria perpetua e estende a sua Divina Maternidade”.
O SIM de Maria fez dela a Mãe do Senhor, a Mãe da Igreja e a Mãe de cada irmão de Jesus resgatado pelo Seu Sangue. Diz ainda Santo Agostinho: “Maria é chamada nossa Mãe porque cooperou com sua caridade para que, nós, fiéis, nascêssemos para a vida da graça, como membros da nossa cabeça, Jesus Cristo”. São Tomás de Aquino disse que: “Maria pronunciou o seu “fiat” (faça-se) em representação de toda a natureza humana”. “Por ser Mãe de Deus, Maria, tem uma dignidade quase infinita”. Em nome de cada um de nós Nossa Senhora disse Sim a Deus, e a salvação chegou até nós. Por isso Deus fez dela a medianeira de todas as graças.
São Francisco de Sales, o grande doutor inspirador de Dom Bosco disse que: “As crianças, vendo o lobo, correm logo para os braços do pai ou da mãe, pois ali se sentem seguras. Assim devemos fazer: recorrer imediatamente a Jesus e a Maria”.
“Recorre a Maria! Sem a menor dúvida eu digo, certamente o Filho atenderá sua Mãe. Tal é a vontade de Deus, que quis que tenhamos tudo por Maria”, disse o doutor São Bernardo. Ele garante que “Maria recebeu de Deus uma dupla plenitude de graça. A primeira foi o Verbo eterno feito homem em suas puríssimas entranhas. A segunda é a plenitude das graças que, por intermédio desta divina Mãe, recebemos de Deus. Deus depositou em Maria a plenitude de todo o bem”. Por isso, o grande doutor dizia:imitacaomenor1
“O servo de Maria não pode perecer. Se se levantam os ventos das tentações, se cais nos escolhos dos grandes sofrimentos, olha para a Estrela, chama por Maria! Se as iras, ou a avareza, ou os prazeres carnais se abaterem sobre a tua barca, olha para Maria. Se, perturbado pelas barbaridades dos teus crimes, se amedrontado pelo horror do julgamento, começas a ser sorvido em abismos de tristeza e desespero, olha para a Estrela, chama por Maria. Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria. Que ela não se afaste dos teus lábios, não se afaste de teu coração. Maria é a onipotência suplicante”.
Fonte: Prof. Felipe Aquino - Canção Nova

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Angelus: "Quando você tiver vontade de ler o horóscopo, olhe para Jesus que está com você, vai lhe ajudar mais..."

O encontro com o Senhor ressuscitado. Esta é a parte "essencial" do Evangelho deste domingo, sobre o qual o Papa Francisco, durante o Angelus na Praça de São Pedro, quis chamar a atenção dos fiéis. São Marcos descreve o discurso que Jesus fez em Jerusalém, antes da sua última Páscoa, relativo aos “últimos acontecimentos da história humana, voltados ao cumprimento do reino de Deus."
Como explica Francisco, este discurso "contém alguns elementos apocalípticos, como guerras, fomes, catástrofes cósmicas". Mas o núcleo da mensagem do Evangelho é "o mistério da pessoa e da morte e a ressurreição" de Jesus, e o "Seu retorno no fim dos tempos."
Além disso, "o nosso objetivo final é o encontro com o Senhor Ressuscitado - continua -. Nós não esperamos um tempo ou um lugar, mas vamos em direção a uma pessoa: Jesus”. O Pontífice, portanto, convida-nos a refletir não sobre o “quando” ou “como” acontecerá este encontro, mas sobre “como devemos comportar-nos, hoje, na espera”. Porque “somos chamados a viver o presente, construindo o nosso futuro com serenidade e confiança em Deus”.
Este é um sinal de esperança, aquela virtude - diz - "tão difícil de viver, a menor para se viver, mas a mais forte”. Esperança que é aquela do “rosto do Senhor ressuscitado", que "manifesta o Seu amor crucificado transfigurado na ressurreição." O Papa Bergoglio salienta que "o triunfo de Jesus no fim dos tempos será o triunfo da Cruz, a prova de que o sacrifício de si mesmo por amor ao próximo, por imitação de Cristo, é o único poder vitorioso e o único ponto fixo em meio às perturbações e às tragédias do mundo”.
Um ponto firme, que é “presença constante na nossa vida”. O Santo Padre recorda que “Ele se levanta contra os falsos profetas, contra os videntes que preveem o fim do mundo, e contra o fatalismo”. Ele “quer tirar dos seus discípulos de todas as épocas a curiosidade pelas datas, as previsões, os horóscopos, e dirige a nossa atenção para o hoje da história”. Sobre este tema, o Papa dialogou com os fieis: “Gostaria de perguntar-lhes: quantos de vocês leem os horóscopos do dia?". E ainda: "Quando você tiver vontade de ler o horóscopo, olhe para Jesus que está com você, vai lhe ajudar mais...".
Na verdade, a chamada "pela espera e a vigilância”, à qual nos chama o Senhor, “exclui tanto a impaciência quanto a sonolência, tanto os saltos para frente quanto o permanecer presos no tempo presente e no mundanismo”, diz o Papa.
Que, de fato, contextualiza a passagem do Evangelho nos nossos dias, onde “não faltam calamidades naturais e morais, e nem sequer adversidades e travessias de todo tipo”. Porém – reflete o Papa – “tudo passa – nos recorda o Senhor -; somente a sua Palavra permanece como luz que guia e refresca os nossos passos." Finalmente, antes da bênção, Francisco implorou à Virgem Maria para que "nos ajude a confiar em Jesus, o fundamento sólido da nossa vida, e perseverar com alegria no seu amor."
No final do Angelus, Francisco expressa profundo pesar pelos atentados em Paris e recorda o Pe. Francisco de Paula Victor, beatificado ontem no Brasil
"Tanta barbárie nos deixa chocados e nos faz refletir sobre como possa o coração do homem conceber e realizar eventos tão horríveis, que abalaram não só a França, mas todo o mundo”, assim se expressou o Papa Francisco, no final do Angelus, sobre os ataques terroristas de sexta-feira passada que “sangraram a França”.
O Santo Padre expressou ao Presidente da República Francesa e a todos os cidadãos suas mais sentidas condolências, dizendo que ele estava perto "em particular dos familiares daqueles que perderam a vida e dos feridos”.
Francisco afirma que "perante tais atos intoleráveis, não se pode deixar de condenar a afronta inominável à dignidade da pessoa humana". E então reiterou "com força" que "o caminho da violência e do ódio não resolve os problemas da humanidade e que usar o nome de Deus para justificar este caminho é uma blasfêmia!".
O seu chamado foi, então, a orar para confiar "à misericórdia de Deus as indefesas vítimas desta tragédia." E ainda, antes de pedir alguns segundos de silêncio e de rezar uma Ave Maria com toda a praça, disse: “A Virgem Maria, Mãe de misericórdia, inspire nos corações de todos pensamentos de sabedoria e propósitos de paz. Pedimos-lhe para proteger e vigiar a amada nação francesa, a primeira filha da Igreja, a Europa e todo o mundo”.
O Papa Francisco recordou depois o Pe. Francisco de Paula Victor, padre brasileiro de ascendência Africana, filho de uma escrava, que foi beatificado ontem, em Três Pontas, no Estado de Minas Gerais, no Brasil.
"Pároco generoso e zeloso na catequese e na administração dos sacramentos - disse o Santo Padre - destacou-se, sobretudo, pela sua grande humildade. Que o seu extraordinário testemunho seja modelo para tantos sacerdotes, chamados para serem humildes servos do Povo de Deus”.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Catequese: “uma Igreja inospitaleira, tal como uma família fechada em si mesma, atraiçoa o Evangelho”

altRoma começa a sentir o frio do inverno se aproximando, mas isso não impediu que milhares de fiéis de todo o mundo participassem da Audiência Geral com o Papa Francisco na Praça de São Pedro.
Como toda quarta-feira, o Papa percorreu a Praça a bordo do papamóvel para saudar e abençoar os peregrinos. Entusiasmados, os presentes gritavam o nome do Papa e tentavam aproximar as crianças para receber uma bênção especial.
A catequese de hoje foi dedicada à Porta Santa, no limiar do Ano da Misericórdia. Resumindo em português, o Papa explicou que “diante de nós, está a grande porta da Misericórdia de Deus, que acolhe o nosso arrependimento e nos oferece a graça do perdão”. “Do recente Sínodo dos Bispos – continuou Francisco - veio um grande encorajamento para todas as famílias e a Igreja inteira se encontrarem no limiar desta porta aberta”.
Francisco citou que “existem lugares no mundo onde nunca se fecham as porta à chave, mas há tantos outros onde se tornou normal ter as portas blindadas. Embora compreensível, não deixa de ser um mau sinal!”, afirmou.
Ele exortou a “não render-nos à ideia de aplicar este sistema à vida da família, da cidade, da sociedade e, menos ainda, à vida da Igreja. Seria terrível!”.  Para Francisco, “uma Igreja inospitaleira, tal como uma família fechada em si mesma, atraiçoa o Evangelho e desertifica o mundo”.
O Papa explicou ainda que “nós somos os guardiões e os servos da Porta de Deus que é Jesus”. “Se o guardião ouve a voz de Jesus – continuou- então abre e faz entrar as ovelhas todas que Ele traz, incluindo as que se extraviaram nos bosques e que o bom Pastor procurou até encontrar e trouxe aos ombros para o redil”. E destacou que “não é o guardião que escolhe as ovelhas, mas o bom Pastor”.
Ele concluiu a catequese de hoje, sublinhando que “a Igreja é a porteira da casa do Senhor, não a patroa. Assim deve ser reconhecida a Igreja por toda a terra: como a guardiã de um Deus que bata à porta, como a recepcionista de um Deus que não te fecha a porta com a desculpa de que não és de casa”.
Em seguida, ele cumprimentou os peregrinos de língua portuguesa, em particular os brasileiros de Belém, João Pessoa, Olinda e Recife. Ele disse: “De coração vos saúdo e desejo que a vossa vinda a Roma se cumpra com o espírito do verdadeiro peregrino que, sabendo de não possuir ainda o Bem maior, põe-se a caminho decidido a procurá-Lo! Sabei que Deus Se deixa encontrar por quantos assim O desejam. Sobre vós e vossas famílias desçam, em abundância, as bênçãos do Senhor”.
Após as saudações em várias línguas, o Papa Francisco dedicou algumas palavras especialmente aos jovens, aos doentes e aos recém-casados. Aos jovens, pediu que Jesus acenda neles o desejo de amá-Lo com todas as forças. Aos doentes, desejou que os sofrimentos gloriosos dos Santos Pedro e Paulo console e dê esperança à oferta deles. Por fim, aos recém-casados, ele exortou que suas casas sejam “templos do Amor que ninguém pode nos separar".
Dia 20 de novembro será celebrado o Dia Mundial dos Direitos da Infância. Por isso, o Papa recordou que “é um dever de todos proteger as crianças e antepor o bem delas a qualquer outro critério, para que jamais sejam submetidas a formas de escravidão e maus-tratos”. Ele disse: “Faço votos de que a comunidade internacional possa vigiar atentamente sobre as condições de vida dos menores, especialmente onde são expostos a recrutamento por parte de grupos armados; assim como possa ajudar as famílias a garantir a cada menino e menina o direito à escola e à educação”.
O Papa também recordou que em 21 de novembro, a Igreja recorda a Apresentação de Maria no Templo. Assim, ele convidou a pedir ao Senhor pelo dom da vocação de homens e mulheres que, nos mosteiros e ermidas, dedicam suas vidas a Deus e ainda que “que não falte a nossa proximidade espiritual e material para que as comunidades de clausura possam realizar sua importante missão, na oração e no silêncio operoso”.
Fonte: Zenit

PROFISSÃO SOLENE DE FREI LUIS DIEGO RAMIREZ ALVARES

Ocorreu no ultimo dia 31 de Outubro de 2015 a profissão solene de Frei Diego na Igreja Matriz de Guaraciaba do Norte as 18:30 com a presença do bispo diocesano da diocese de Tianguá Dom. Francisco Xavier O.A.R, Padre Adriézio Chanceler Diocesano, Frei Miguel O.A.R, que na ocasião também foi celebrada a posse de pároco de Guaraciaba do Norte, Frei Cenóbio O.A.R, Frei Julio César O.A.R, as Monjas Agostinianas Recoletas do Mosteiro Nossa Senhora de Guadalupe e também Priori Provincial Frei  Sergio Sanchez Moreno O.A.R da Província de São Nicolau de Tolentino